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Conheça os projetos incentivados pelo programa Garotas STEM

De robótica no Complexo da Maré, no Rio de Janeiro, à computação, em Macapá, no Amapá, chamada pública beneficiou mais de 7.600 meninas e adolescentes em onze estados do país

 

Em sua primeira edição em 2021, o programa Garotas STEM: Formando Futuras Cientistas ofereceu apoio financeiro e técnico para doze projetos nas cinco regiões do Brasil que incentivam a participação mais ampla das estudantes do ensino fundamental e médio nas áreas de ciências, tecnologia, engenharia e matemática. O projeto foi desenvolvido pelo British Council em parceria com o Museu do Amanhã e o STEM Education Hub. 

 

Leia mais: Museu do Amanhã - Recursos financeiros e treinamento potencializam os projetos

 

Conheça mais sobre os projetos que ensinam desde robótica no Complexo da Maré, no Rio de Janeiro, à computação, em Macapá, no Amapá.

 

  • Meninas na Ciência: promovendo o protagonismo e o engajamento das mulheres ribeirinhas | Igarapé-Miri — Pará

Público-alvo: Meninas e mulheres do ensino fundamental e médio de comunidades ribeirinhas.

Sobre o projeto: O projeto oferece às meninas da região norte do Brasil uma série de workshops, palestras e excursões científicas relacionadas com a ciência, fornecendo orientações teóricas e metodológicas para a construção de protótipos e a resolução de problemas ambientais em sua região. Além disso, também oferece suporte para que os participantes superem barreiras no aprendizado da Matemática. As estudantes também são incentivadas a dar visibilidade às suas atividades por meio da produção de curtas-metragens e documentários.

Objetivo: Visa estimular e aumentar a participação e o engajamento de mulheres e meninas ribeirinhas na Ciência, reforçando seu importante papel para o desenvolvimento científico e tecnológico da Região Norte Amazônica, município de Igarapé-Mirim, no Pará. Mais especificamente, pretende-se constituir um grupo de estudo e investigação com meninas e mulheres de forma a dar visibilidade à sua participação em eventos científicos e tecnológicos e a promover visitas e excursões a espaços científicos e tecnológicos.

O que o projeto alcançou até o momento: Desde o seu início em 2019, o projeto já atingiu 100 meninas ribeirinhas no município de Igarapé-Mirim.

O que este projeto espera alcançar: Após este programa, os investigadores esperam alcançar 80 meninas de comunidades ribeirinhas ao longo dos rios Murutipucu e Igarapé-Mirim/PA. Entre maio e dezembro de 2021, os estudantes deverão participar de Oficinas de Educação Ambiental e Sustentabilidade, Oficinas de Robótica, Oficinas de Iniciação Científica, Grupos de Estudo e Pesquisa, Olimpíadas Científicas, Excursões Científicas, Produção de Curtas-metragens e Documentários e Feiras de Ciências.

 

Público-alvo: Jovens residentes do conjunto de favelas da Maré, alunos do Colégio Estadual Professor João Borges de Moraes

Two girls holding light sparkle toySobre o projeto: Redes da Maré é uma instituição da sociedade civil que produz conhecimento, projetos e ações para garantir políticas públicas eficazes para melhorar a vida de 140 mil moradores das 16 favelas da Maré, Rio de Janeiro. Peritech Maré é uma equipe de robótica formada pelos alunos da Escola Professor João Borges de Moraes. Eles representam a escola e seu território em competições regionais e nacionais.

Objetivo: Dentre os objetivos do projeto estão: formar meninas em tecnologia como agente de transformação social nessas favelas; promoção do acesso a bens e serviços no domínio da arte, cultura, tecnologia e informação; conscientizar as meninas moradoras da Maré de que o uso da robótica é possível e merece atenção; mobilizar meninas para promover ações sociais transformadoras; promovendo a apropriação sociocultural da tecnologia, estimulando o pensamento crítico e favorecendo a participação de todos os segmentos da sociedade no desenvolvimento do país.

O que o projeto alcançou até o momento: Desde seu início em 2019, o projeto Peritech já atingiu 218 alunos na Maré.

O que este projeto espera alcançar: Em sua nova edição, os pesquisadores pretendem atingir até 110 alunos por meio do desenvolvimento de um plano de ensino e práticas pedagógicas utilizando recursos metodológicos da área de tecnologia e inovação em robótica.

 

Público-alvo: alunas do ensino fundamental e médio, bem como alunas de engenharia em nível universitário

Sobre o projeto: O projeto foi concebido para um maior engajamento das mulheres da região amazônica nas carreiras STEM. Por meio de uma série de workshops temáticos organizados por voluntários e professores, foram trabalhados diversos conceitos da área de STEAMS (ciência, tecnologia, engenharia, arte, matemática e sustentabilidade). A ideia é promover habilidades entre os voluntários, que atuam como modelos na formação de alunos do ensino fundamental e médio. No momento, o projeto é realizado em uma escola do Guamá, um dos bairros mais vulneráveis de Belém e possui 9 alunas de engenharias atuando como voluntárias.

Objetivo: Este projeto visa estimular e proporcionar o crescimento pessoal e profissional das alunas do curso de Engenharia da Universidade Federal do Pará. Através do incentivo de meninas do ensino fundamental e médio na escolha de carreiras relacionadas a STEM e a disseminação do conhecimento e a conscientização sobre o papel da mulher no desenvolvimento da sociedade e das tecnologias, com um enfoque no ensino dos conceitos de desenvolvimento sustentável na comunidade.

O que o projeto alcançou até o momento: Conscientização da comunidade acadêmica de engenharia sobre a importância da desmistificação da engenharia e as ciências como áreas do universo masculino. Apesar de recente na UFPA, desde seu início em 2020, o projeto já atingiu 150 alunos na área.

O que este projeto espera alcançar: Nesta nova edição do projeto, os pesquisadores esperam alcançar 150 alunos. Também espera-se ampliar o público envolvido e alvo do projeto, como alunas com necessidades especiais e de vulnerabilidade social , e aumentar o número de escolas parceiras. Com a ampliação das parcerias, também é esperado um aumento no número de palestras, minicursos abertos ao público interno e externo da universidade, workshops e plenárias, promovendo o desenvolvimento social, implementando conceitos de sustentabilidade e estreitando os laços com a universidade.

 

Público-alvo: meninas e professoras da Educação Básica.

Sobre o projeto: As atividades deste projeto englobam: dois cursos online (Introdução à Eletrônica e Robótica e Nanotecnologia); encontros mensais para leitura instrumental em inglês e conversação; chats online com mulheres cientistas que trabalham nas áreas STEM; levantamento sobre Mulheres e áreas de STEM nas escolas participantes do projeto; oferecer oficinas às professoras supervisoras das escolas participantes no Laboratório de Robótica e Impressão 3D da Escola Estadual Floriano Viegas Machado em Dourados; desenvolvimento e apresentações de projetos em feiras de ciências pelos grupos de meninas; produção de material pedagógico; produção de um documentário sobre o Projeto.

Objetivo: O projeto Cunhantaí: Meninas na Ciência e Tecnologia visa despertar e aproximar as meninas estudantes da Educação Básica das áreas científicas e tecnológicas, consideradas histórica e culturalmente como áreas não voltadas para as mulheres.

O que o projeto alcançou até o momento: Desde o início, em 2018, o projeto já atingiu 191 estudantes em Dourados.

O que este projeto espera alcançar: Cunhantaí foi desenvolvido com o objetivo de integrar conceitos como interseccionalidade, gênero, classe, raça e etnia no ensino de ciências. Nesta nova edição do projeto, os pesquisadores alcançarão, inicialmente, 30 pessoas entre meninas estudantes e professoras da Educação Básica.

 

  • Akotirene Kilombo Ciência | Triunfo — Rio Grande do Sul

Público-alvo: estudantes negras e negros da educação básica pública e em Comunidades Quilombolas urbanas e rurais do Rio Grande do Sul

Sobre o projeto: O projeto oferece diálogo intercultural entre profissionais de carreiras relacionadas a STEM e comunidades quilombolas no Rio Grande do Sul. Os alunos deste projeto participam de oficinas remotas de inteligência artificial, lógica e pensamento computacional, atividades online de educação ambiental e outras atividades remotas relacionadas às tradições e ao conhecimento botânico em comunidades quilombolas. Além disso, educação para questões étnicas, raciais e de gênero em STEM também são abordadas em diferentes eventos virtuais.

Objetivo: Visa promover a equidade racial na educação básica e, em especial, na educação quilombola, promovendo a participação efetiva das meninas quilombolas negras nas carreiras de STEM, para que adquiram as ferramentas necessárias para sua inserção autônoma no mercado de trabalho, enfrentando os desafios estruturais do Brasil do século 21.

O que o projeto alcançou até o momento: Desde seu início em 2021, as 3 edições do projeto já atingiram 1.500 alunos de comunidades quilombolas. Eles participaram de uma série de atividades relacionadas à ciência e tecnologia.

O que este projeto espera alcançar: Após este programa, os pesquisadores esperam chegar a 50 alunos. Eles também esperam poder fornecer aos alunos e suas comunidades computadores, tablets, acesso à Internet, livros, entre outros materiais que garantam a execução das atividades. Parte do material produzido será disponibilizado na forma de Enciclopédia Visual Digital e canal de vídeo online.

 

Público-alvo: Alunas do ensino médio de escolas estaduais da Paraíba com infraestrutura precária para disciplinas de STEM.

Sobre o projeto: Com o objetivo de atrair alunas do ensino médio para a Ciência da Computação, o projeto promove debates sobre equilíbrio de gênero em STEM entre alunas do ensino superior e alunos do ensino médio. Além disso, são oferecidos workshops de Ciência da Computação de 4 horas, em diferentes áreas, como desenvolvimento de aplicativos móveis. O projeto também organiza palestras com mulheres de sucesso em STEM sobre empreendedorismo na Computação. As participantes deste projeto são incentivadas a promover a visibilidade do projeto nas redes sociais, páginas web e eventos científicos.

Objetivo: Visa atrair as alunas do Ensino Médio da Paraíba para a Ciência da Computação por meio do conhecimento, aumentando o senso de autoeficácia das alunas. Ao mudar sua perspectiva para um sentimento de sucesso e realização, os participantes deste projeto podem ser encorajados a considerar diferentes carreiras, o que pode ter um impacto em suas escolhas profissionais. Além disso, o projeto visa quebrar paradigmas sobre a existência de profissões adequadas apenas para homens ou mulheres.

O que o projeto alcançou até o momento: Desde seu início em 2014, o projeto já atingiu 3.430 alunos em suas 7 edições.

O que este projeto espera alcançar: Nesta nova edição, os pesquisadores esperam atingir 1.500 alunas desde João Pessoa, capital do estado, até o interior, por meio de palestras e workshops sobre temas como: Equidade em STEM, programação em Scratch e AppInventor, empreendedorismo, desenvolvimento de aplicativos móveis e Inteligência Artificial com Python. Além disso, as alunas irão visitar os laboratórios das universidades e alimentarão continuamente um site e mídias sociais com os resultados do projeto. Espera-se atrair um maior número de meninas para os cursos superiores da área de tecnologia e Ciência da Computação.

 

  • 30 Dias de Ciência | São Paulo — São Paulo

Público-alvo: Alunos brasileiros da educação básica

Sobre o projeto: Com início durante a pandemia em 2020, o projeto está próximo de sua 3º edição. Durante 30 dias, alunos da rede de educação básica de todo o Brasil participam de atividades científicas remotamente, enquanto trabalham com mentores e coordenadores que são guias durante toda a jornada. Ambos servem para dar feedback sobre atividades e incentivo durante o programa. No final do mês, espera-se que cada aluno tenha um problema de pesquisa bem fundamentado, contando com o apoio de seus mentores para avaliação e dicas. Exemplos de atividades são pesquisas, leituras, entrevistas, elaboração de cronogramas e apresentações.

Objetivo: O 30 Dias de Ciência, coordenado e desenvolvido pela ABRIC- Associação Brasileira de Incentivo a Ciência visa apresentar e explorar etapas importantes no desenvolvimento de um projeto de pesquisa para alunos do ensino básico de todo o Brasil que têm pouco contato com a pesquisa e a ciência. Durante o projeto, os mentores e coordenadores buscam despertar a curiosidade e a criatividade para que os jovens participantes se tornem agentes transformadores da sociedade.

O que o projeto alcançou até o momento: Desde o seu início em 2020, o projeto já atingiu cerca de 220 alunos dos setores público e privado e vem se tornando um dos projetos mais acessíveis a respeito do tema no Brasil.

O que este projeto espera alcançar: Após o programa, espera-se um grande impacto do projeto sobre os jovens que, mesmo após o término, ainda podem aproveitar bastante dos materiais disponibilizados para uso para sua fundamentação científica. As lideranças do projeto também esperam atualizar e melhorar seu conhecimento sobre conceitos e abordagens para aumentar o equilíbrio de gênero em STEM. Eles esperam atingir cerca de 80 jovens nesta nova edição do projeto.

 

Público-alvo: Alunas do 9º ano matriculadas em escolas públicas de Vera Cruz.

Sobre o projeto: Pró-Mar é uma instituição não governamental fundada em 1999, na Ilha de Itaparica, nordeste do Brasil. Desde 2000, o projeto “Pró-mar vai à escola” leva educação ambiental às escolas públicas, na cidade matriarcal de Vera Cruz, na Bahia. O projeto oferece atividades como workshops, palestras e mentorias com o objetivo de aumentar a consciência ambiental e a conservação de áreas marinhas e costeiras. A principal fonte de renda da região é o marisco, colhido no mar principalmente pelas mulheres, enquanto os homens se dedicam à pesca artesanal, ao pequeno comércio e à construção civil.

Objetivo: O principal objetivo do projeto é aumentar a consciência ambiental, por meio de ações de educação e comunicação, buscando estimular as meninas de comunidades tradicionais a ampliarem seus conhecimentos sobre os ecossistemas mais importantes da Ilha de Itaparica: manguezais e recifes de coral.

O que o projeto alcançou até o momento: Desde seu início, em 2000, o projeto já atingiu 13 mil alunos na área.

O que este projeto espera alcançar: Na edição de 2021 do projeto, Karina e Adriana esperam atingir 5.000 meninas, capacitando-as a se tornarem líderes influentes em suas comunidades. De acordo com os pesquisadores, o desenvolvimento torna-se mais significativo quando os participantes do projeto têm acesso à mentoria, pois atuam como trabalhadores, empresários, mães, cidadãos, cientistas e líderes na comunidade. O investimento na juventude feminina é uma estratégia essencial na luta contra a pobreza. Ele acelera não apenas o crescimento econômico, mas também o crescimento social e ambiental.

 

Público-alvo: Estudantes do ensino médio de escolas públicas de São Luís, capital do Maranhão.

Sobre o projeto: O projeto promove a cultura científica para meninas nas áreas de STEM, integrando conhecimento e incentivo à realização de cursos de graduação em ciências exatas e tecnológicas.

Objetivo: Entre os objetivos do projeto estão: atuar no ensino médio por meio de ações que promovam o contato precoce com as áreas de ciência e tecnologia; contribuir para a eliminação de estereótipos de gênero nas carreiras STEM; estimular a autonomia, iniciativa e senso crítico das meninas quanto ao seu potencial para o desenvolvimento de carreiras, cursos ou profissões no âmbito das Ciências Exatas e Tecnológicas; formar alunas do ensino médio para atuarem como mediadoras nos processos de disseminação e difusão do conhecimento e, por fim, deixar claro as perspectivas de sucesso por meio de profissionais-modelo.

O que o projeto alcançou até o momento: Desde seu início em 2018, o projeto já atingiu 572 alunos na área. Das diversas ações já realizadas para fomentar o interesse pela área de STEM podemos citar: (a) Capacitação das alunas por meio da oferta de minicursos; (b) Divulgação da participação feminina na área; (c) Capacitação das alunas com atividades de experimentação; (d) Promoção e Divulgação da Ciência por meio da visitação de laboratórios científicos; (e) Maior familiarização das alunas com o Universo Profissional por meio da realização de palestras técnicas.

O que este projeto espera alcançar: Os pesquisadores esperam atender 150 meninas nesta nova edição online do projeto. As ações terão um caráter multidisciplinar, com abordagem dinâmica, composta pela apresentação de experimentos interativos, minicursos, palestras, podcasts, envolvendo as áreas de matemática, química, física, computação, robótica e educação ambiental.

 

Público-alvo: estudantes e professoras da Educação Básica, estudantes superdotados(os), meninas em vulnerabilidade social, estudantes de engenharias e computação, estudantes de pós-graduação

Sobre o projeto: Manna Academy é parte do Ecossistema de Educação 5.0 conhecido como Manna Team. Ela é administrada pela maior rede de pesquisa, extensão, educação não formal e inovação em Internet das Coisas (IoT) e suas variações do Estado do Paraná, com 20 anos de experiência no desenvolvimento de projetos voltados ao público feminino bem como, em novas abordagens de ensino onde o aluno é o protagonista. A Manna Academy visa estimular a participação feminina nas áreas de STEAM por meio de atividades que são realizadas em parceria com escolas, empresas, startups, organizações sociais, governos (municipal, estadual e federal) e famílias, identificando oportunidades de pesquisa e desenvolvendo protótipos com repercussão científica, tecnológica e de inovação, treinamentos em hard skills e soft skills.

Objetivo: Entre os objetivos do Manna Academy estão: (i) o estímulo à participação de meninas nas áreas das engenharias, computação e microeletrônica; (ii) o oferecimento de ambientes e rotinas de engajamento, propulsão e inovação para que todos os participantes (professores, estudantes, cidadãos comuns) se tornem protagonistas do aprendizado, abracem o experimental e descubram a genialidade em si mesmos; (iii) o desenvolvimento de uma metodologia de Educação 5.0 baseada na ciência do bem-estar, aprendizagem significativa, cultura maker e profound learning que estimule o surgimento de novos agentes de transformação de realidades; (iv) a realização de atividades voltadas para a popularização da ciência; (v) a definição de um framework que possa ser replicado em outros lugares.

O que o projeto alcançou até o momento: Desde seu início, em 2000, o projeto já causou impacto em 20 mil pessoas incluindo estudantes, professores, familiares e cidadãos comuns. O projeto já esteve em 28 cidades, várias escolas e tem aproximadamente 200 participantes.

O que este projeto espera alcançar: Nesta nova edição do projeto, os pesquisadores esperam chegar a 200 alunos. Esperam também promover e realizar palestras e oficinas online, bem como desenvolver estratégias, artefatos, metodologias e kits educacionais voltados para a atração e inclusão de meninas nas áreas de STEM.

 

Público-alvo: Alunos do ensino fundamental e superior

Sobre o projeto: O projeto Meninas na Computação e na Engenharia teve início em 2018, na Universidade Federal do Amapá (Unifap), e já está em sua segunda edição. Por meio de workshops, conversas e palestras, tanto as alunas do Ensino Superior quanto as do Ensino Fundamental são incentivadas a continuar seus estudos nas áreas de STEM. Entre os workshops oferecidos estão: Lógica de Programação, desenvolvimento de aplicativos Android e Desenvolvimento de Projetos em Arduino. Os workshops são ministrados por alunas do ensino superior, promovendo a representação e incentivando essas alunas a permanecerem nos cursos. Conversas e palestras foram conduzidas tanto por estudantes de graduação quanto por mulheres profissionais da área de Tecnologia. A partir da pandemia, as atividades do projeto foram reformuladas para acontecer online. Em 2021, o Meninas na Computação iniciou uma parceria com o projeto Women in Engineering (WIE) da Unifap (iniciado em 2020 e que está em sua primeira edição), ambos serão responsáveis pela condução dos próximos workshops, para Meninas na Computação e na Engenharia.

Objetivo: O projeto Meninas na Ciência da Computação e na Engenharia, desenvolvido na Universidade Federal do Amapá (UNIFAP), visa despertar o interesse pela ciência da computação e engenharia entre as meninas por meio do contato direto e prático com a área. Todas as oficinas buscam desenvolver o raciocínio lógico e proporcionar experiência no desenvolvimento de soluções tecnológicas.

O que o projeto alcançou até o momento: Em suas duas edições, 50 pessoas foram atingidas por inúmeras ações como workshops, minicursos, palestras, exposições, rodas de conversa, além de desenvolvimento de conteúdo web e material didático.

O que este projeto espera alcançar: Após o programa, os pesquisadores esperam aumentar o número de beneficiários do projeto para pelo menos 80 novos participantes. Eles também esperam melhorar a infraestrutura para poder realizar atividades mais práticas. Além disso, eles esperam expandir seus conhecimentos sobre conceitos e abordagens relacionadas ao equilíbrio de gênero em STEM.

 

  • Meninas Cientistas: educação e protagonismo no enfrentamento da violência de gênero | Uruaçu — Goiás, Midwestern Brazil

Público-alvo: alunas do ensino fundamental e médio de quilombos, alunos com deficiência, residentes em áreas rurais ou em situação de convivência social vulnerabilidade nos municípios de Cavalcante e Uruaçu, no estado de Goiás. 

Sobre o projeto: O projeto oferece workshops remotos, nas seguintes áreas: Engenharia Civil, Capacitação, Geoprocessamento, Literatura, Química, Popularização da Ciência, Raciocínio Lógico, Robótica e Virologia através de parcerias entre escolas públicas e comunidades tradicionais.

Objetivo: Este projeto visa a realização de atividades práticas com o objetivo de ampliar os horizontes das meninas em um contexto histórico de subordinação, convivendo com estereótipos, violência e desânimo principalmente nas áreas STEM. Além disso, as Oficinas de Geoprocessamento possibilitarão a elaboração de mapas sobre os territórios dos grupos atendidos, contribuindo para a preservação ambiental e cultural da área.

O que o projeto alcançou até o momento: Desde seu início em 2019, o projeto já atingiu 60 estudantes na área.

O que este projeto espera alcançar: Os pesquisadores esperam atender 240 meninas atendidas entre agosto de 2021 e julho de 2022, bem como 11 estudantes de graduação e 14 estudantes de Programas de Carreira em nível de ensino médio. Assim, serão beneficiados diretamente com o projeto 265 alunos residentes em municípios das regiões Nordeste e Norte de Goiás.

 

O STEM Education Hub é um projeto fruto da parceria entre o Conselho Britânico e a King's College London. Inscreva-se na nossa newsletter para saber mais sobre os nossos próximos eventos:

 

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